A modelagem matemática como estratégia de melhoramento no ensino-aprendizagem
DOI:
https://doi.org/10.51361/somma.v4i1.115Palavras-chave:
Aprendizagem., Doenças Infeccciosas., Ensino., Modelagem.Resumo
Este artigo tem por objetivo analisar como a modelagem matemática pode ser utilizada como estratégia de melhoramento no ensino-aprendizagem. Para tanto, fez-se necessário o uso de uma metodologia com base na pesquisa bibliográfica e pela abordagem qualitativa através da análise de livros, artigos, e publicações visando coletar os dados necessários para esta pesquisa. Por meio deste estudo pôde-se observar que a modelagem matemática por ser um processo dinâmico e importante no ensino de matemática, pois traz uma nova visão de como se trabalhar modelos matemáticos, trazendo a realidade vivida pelos discentes por meio de problemas; notou-se ainda que ao se trabalhar a matemática por meio da modelagem, deve-se buscar exemplos da realidade do aluno para que este entenda mais facilmente, pois é criado um sentido concreto a ele; entendeu-se que a modelagem matemática torna-se importante dentro do estudo matemático, pois facilita a visualização de uma situação problema real através de uma linguagem matemática, sendo esta vista de forma criativa e simplificada; percebeu-se que a modelagem matemática de doenças infecciosas é uma ferramenta importante, pois fornece informações para a compreensão das doenças, auxilia na escolha das estratégias de controle mais apropriadas para cada situação, visando resultados satisfatórios.
Downloads
Referências
ARAÚJO, J. L. Cálculo, Tecnologias e Modelagem Matemática: as discussões dos alunos. (Tese de Doutorado em Educação Matemática) – Universidade Estadual Paulista, Rio Claro, 2002.
BASSANEZI, Rodney Carlos. Ensino-aprendizagem com Modelagem Matemática. São Paulo: Ed. Contexto, 2004. 389 páginas.
BEAN, D. W. Modelagem: uma conceituação criativa da realidade. In: Encontro de Educação Matemática de Ouro Preto 4, 2009, Ouro Preto 4, Ouro Preto – MG. Anais [...] Universidade Federal de Ouro Preto – Ouro Preto, abril 2009. p. 90-104.
CIFUENTES, J. C., NEGRELLI, L. G. N. Modelagem Matemática e o método axiomático. In: BARBOSA, J. C.; CALDEIRA, A. D.; ARAÚJO, J. L. (Org.). Modelagem Matemática na Educação Matemática Brasileira: pesquisas e práticas educacionais. Recife: SBEM, 2007. p.63-77.
CLEBESCH, J. Muito além do jardim. Disponível em: www.profissaomestre.com.br Acesso: 20 maio 2018.
FONSECA, J. J. S. Metodologia da pesquisa científica. Fortaleza: UEC, 2002. Apostila.
GOLDENBERG, M. A arte de pesquisar. Rio de Janeiro: Record, 1997.
MARTCHEVA, M. An Introduction to Mathematical Epidemiology. 1 ed. Gainesville: Springer, 2015.
MONTEIRO, L. H. A. Sistemas Dinâmicos. 3 ed. São Paulo: Livraria da Física, 2011.
MURRAY, J. D. Mathematical Biology: an Introdution. 3 ed. Springer-Verlag: United States of America, 2002.
SCHIMIT, P. H. T. Modelagem e controle de propagação de epidemias usando autômatos celular e teoria de jogos. 83 f. Tese (Doutorado em Engenharia Elétrica) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2010.
TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2018 Anna Karla Barros da Trindade, Francisco de Paula Santos de Araujo Junior, Gilvane Barros de Lima

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
